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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

A GRANDE FAMÍLIA QUE RETRATA A REALIDADE

por Carlos Delano Rebouças

A Grande Família da rede Globo, semanal que fez parte da nossa vida por tantos longos anos, retrata uma realidade comum da vida de todos nós, brasileiros comuns, com os mesmos vícios e costumes.

Lineu há anos sempre daquele jeito, certinho, correto, incomodando com o seu jeito de ser. Funcionário público raro nos dias de hoje. Já a Dona Nenê - a mãezona típica de uma realidade que conhecemos bem - é a típica dona de casa, que visa sempre zelar pela paz e a harmonia em família. Faz lembrar outra Dona Nenê que fez e faz parte de minha vida. Saudades, minha sogra!

Lineu e Nenê são na verdade dois personagens que fazem, ao lado dos filhos e neto, e do genro Agostinho, além de todos os seus vizinhos de bairro, comparar nossas vidas, real e fictícia, confundindo-nos, e levando-nos a entender que somos bem parecidos, aliás, totalmente parecidos em todos os aspectos.

Mas que figura é esse Agostinho, gente! Alguém tem ou queria ter um cunhado ou genro desses?

Brigamos e…

PENSAMENTO DO DIA

"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." Platão

EXPRESSÃO DE CEARENSE

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A cada dia uma expressão típica de cearense. A de hoje é...


PASTORAR
Vigiar, espreitar alguém (Termo mais usado nas cidades do interior e no campo). “Eu passei o dia pastorando pra ver se a raposa vinha comer as minhas galinhas!”.

LINDA CANÇÃO!

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FLORBELA ESPANCA: SÍMBOLO POÉTICO DO MODERNISMO

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Florbela Espanca foi batizada como Flor Bela Lobo, e que optou por se autonomear Florbela d'Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisaportuguesa da escola modernista na sua primeira fase.

A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotizaçãofeminilidadepanteísmo (identificação total entre Deus e o universo). Um de seus mais belos poemas é Fanatismo, que inclusive o cantor cearense Fagner gravou com muito sucesso.


Fanatismo

Minh'alma, de sonhar-te, anda perdida Meus olhos andam cegos de te ver! Não és sequer razão de meu viver, Pois que tu és já toda a minha vida!

Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu Amor, a ler No misterioso livro do teu ser A mesma história tantas vezes lida!

Tudo no mundo é frágil, tudo passa...
Quando me dizem isto, toda a graça Duma boca divina fala em mim!

E, olhos postos em ti, vivo de rastros:
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HUMANIDADE: À BEIRA DE UMA CATÁSTROFE ÉTICA E MORAL

por Carlos Delano Rebouças
Se alguém afirmar que o que acontece no mundo é absolutamente diferente de tudo que aconteceu, em épocas passadas, fiquemos à vontade para contrariar tal colocação, por acreditar que o que pode diferir são comportamentos e atitudes, e não, teses.
A humanidade sempre se apresentou com os mesmos pensamentos, nas mais diferentes épocas, e nas mais diferentes culturas. A evolução ratificada é retratada nas mais diferentes atitudes, percebidas, e nas ações tomadas, que outrora não aconteciam, podem ser justificadas por hábitos e costumes que não mais existem, que se perderam com o tempo, e que hoje, confundem-se com liberdade, travestida em normalidade, que em nada representa naturalidade.
Infidelidade, deslealdade, homossexualidade, roubo, violência, incesto, e outras particularidades que permeiam o mundo de hoje, e que representam, para muitos, absurdos abomináveis, inaceitáveis, apesar de ter seus defensores, precisam ser melhores tratados. São vistos como compor…

ESQUECE E VEM

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PRESTE ATENÇÃO E NÃO ERRE MAIS

SERÍSSIMO/ SERIÍSSIMO Forma incorreto: O problema é seríssimo.
Forma correta: O problema é seriíssimo. Explicação: Os adjetivos terminados em "io" antecedido de consoante possuem, formalmente, o superlativo com "ii". Contudo, popularmente, aceita-se a construção "seríssimo".

PRECONCEITO LINGUÍSTICO: MUITO PRAZER!

Ontem, assistindo a uma aula do colega Professor Alexandre Costa, em um curso de MBA, foi levantada uma discussão sobre formas de preconceito. Diante dela, um debate construtivo foi estabelecido. Varias manifestações preconceituosas foram debatidas, aquelas que sabemos muito bem decliná-las sem pestanejar. Contudo, uma delas procurei apresentar, pois para alguns parecia desconhecida.
O preconceito linguístico, este mesmo que pode vitimar todos que já sofrem discriminação racial, social, religiosa e tantas outras, pode também ser o algoz de quem os protagonizam, os mesmos que carregam em seu coração todo um ódio edificado sobre um ponto de vista criado e lapidado desde a concepção, por uma educação mal desenvolvida, que não sabem se manifestar pela linguagem verbal (oral e escrita).
Ante essa deficiência comunicativa, entre tantas causas que a justificam, existe a falta de domínio de nossa língua quanto ao seu conhecimento gramatical. Falta aquela aproximação a sua norma culta que, como c…

REFLITA SORRINDO!

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Eis a realidade da educação do Brasil travestida de muito humor. É rir para não chorar.

ALGUMAS DICAS DE CRASE

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A DEDICAÇÃO

Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho: - Pai, quanto o senhor ganha por hora? O pai, num gesto severo, responde: - Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado! Mas o filho insiste: - Mas papai, por favor, diga, quanto o senhor ganha por hora? A reação do pai foi menos severa e respondeu: - Três reais por hora. - Então, papai, o senhor poderia me emprestar um real? O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu: - Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais! Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou: - Filho, está dormindo? - Não, papai! - o garoto respondeu sonolento e choroso. - Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu: Um real. - Muito obrigado…

LIÇÃO DE VIDA

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AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ

por Carlos Delano Rebouças
Hoje, veio-me à lembrança recordações de minha infância, de minha adolescência e de tantas coisas vividas em família, entre amigos, e que muito se perdeu com o tempo, restando-me somente indagações para as suas justificativas.
Lembrei-me dos tempos de criança, no bairro onde nasci e me criei. Do saudoso Educandário Cassimiro de Abreu, dos professores, dos funcionários e colegas. Depois do Instituto Pedagógico Assunção, colégio Rui Barbosa e os tempos de faculdade. Que boa lembrança do amigo João da Pipoqueira, que permitia-nos, ao fim de sua jornada diária de trabalho, no período invernoso, fritarmos “bundinha” de formigas tanajuras, que colhíamos, para mostrar que éramos de coragem.
Quanto tempo passou, hein? Até na construção, em regime de mutirão, de nossa paróquia de Nossa Senhora da Assunção, estivemos presentes. Moleques, todos nós, na época, orgulhamo-nos até hoje de ter feito parte da edificação de um templo tão importante para o nosso bairro.
Lembrei-m…

ADEUS: CINCO LETRAS QUE CHORAM

Autor: Carlos Delano Rebouças
A dor de uma perda, para quem já vivenciou a despedida deste mundo por alguém que ama ou tem um carinho especial, parece se tratar de um sentimento incomparável, de imensa tristeza, que pode transformar o mais forte dos homens num ser pequeno, com um imenso vazio dentro do peito. Assim é lidar com a morte.
Mesmo enxergado a morte como um descanso eterno, uma mudança de dimensão ou uma desmaterialização, como queiram, precisa ser muito forte e preparado para assimilar a sua chegada, principalmente para aqueles que convivem ou estimam com maior intensidade. É muito difícil entender, aceitar e compreender ter que passar a viver sem a existência de uma pessoa ou um ser que dividiu tantos momentos ao seu lado.
Às vezes, dar um tchau, um até logo ou um adeus para um familiar, um amigo, um vizinho ou um colega de empresa, que conviveu ao seu lado por longos anos, e de repente, por alguma circunstância da vida, teve que viajar para uma cidade ou até um país bem dist…

A PEDRA

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EXERCITE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE CONCORDÂNCIA NOMINAL

1) Assinale a alternativa em que ocorreu erro de concordância nominal.

a) livro e revista velhos
b) aliança e anel bonito
c) rio e floresta antiga
d) homem, mulher e criança distraídas

2) Assinale a frase que contraria a norma culta quanto à concordância nominal.

a) Falou bastantes verdades.
b) Já estou quites com o colégio.
c) Nós continuávamos alerta.
d) Haverá menos dificuldades na prova.

3) Há erro de concordância nominal na frase:

a) Nenhuns motivos me fariam ir.
b) Estavam bastante fracos.
c) Muito obrigada, disse a mulher.
d) Foi um crime de lesa-cristianismo.

4) Está correta quanto à concordância nominal a frase:

a) Levou camisa, calça e bermuda velhos.
b) As crianças mesmo consertariam tudo.
c) Trabalhava esperançoso o rapaz e a moça.
d) Preocupadas, a mãe, a filha e o filho resolveram sair.

5) Cometeu-se erro no emprego de ANEXO em:

a) Anexas seguirão as fotocópias.
b) Em anexo estou mandando dois documentos.
c) Estão anexos a certidão e o requerimento.
d) Anexo seguiu uma foto.

AUGUSTO DOS ANJOS

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ORIGEM DO TERMO "COMER COM OS OLHOS"

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A origem da expressão popular“comer com os olhos” deu-se por cerimônias religiosas fúnebres, realizadas por romanos, durante o século VIII a.C. – Roma Antiga. Nessas cerimônias, haviam banquetes oferecidos aos deuses, cujo os alimentos não podiam ser consumidos ou tocados. Apenas observados. Daí a expressão: “Comer com os olhos”, ou seja, apreciar, observar ou desejar um objeto/indivíduo – sem o contato físico.

BRASIL: PAÍS DE TANTOS DOUTORES

Autor: Carlos Delano Rebouças
O povo brasileiro é de fato um povo singular nas suas definições, não é verdade, amigos? Basta vestir um jaleco ou ser um representante da justiça, por exemplo, que já são chamados de doutores.
Médicos, enfermeiros, juízes, delegados, e até policiais, dentre outros, são os profissionais mais comuns que recebem o tratamento de doutor. E, obviamente, adoram receber esse título, sem mesmo fazer por merecer.
O título de doutor é algo que no Brasil é injustamente utilizado, tanto pela falta de conhecimento, quanto pela postura preconceituosa da grande massa que compõe a nossa sociedade. Usamos de dois pesos e duas pedidas para atribuí-los, por conveniência, ignorância e preconceito, e assim, acabamos beneficiado profissionais que não são doutores de nada, nem de instrução, nem menos, de conhecimento de vida, de mundo.
Aprendi ao longo de minha vida, que doutor é sinônimo de conhecimento. No latim, “doctor” significa sábio. Assim, independentemente de se possuir um…

EXPRESSÃO DE CEARENSE

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A cada dia uma expressão típica de cearense. A de hoje é...

ÚLTIMO TIRO NA MACACA
Diz-se de uma mulher que completou 30 anos e não casou.

Ex.: Pense numa mulher que não vai se casar, pois já deu último tiro da macaca.

Linda canção!

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NAVIO NO ESTALEIRO

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Fiz uma visita a um estaleiro um tempo atrás. Algumas coisas me impressionaram. Mas principalmente a necessidade que os barcos têm de limpeza em seu casco. Uma "sujeira" que a gente não vê, mas que faz uma diferença tremenda em seu desempenho e afeta, até, sua vida útil. "Todo barco precisa de um tempo no estaleiro", disse-me o velho marinheiro. Logo veio à mente a minha própria vida. Quantas coisas vão se acumulando em nosso "casco", coisas que vão nos impedindo de correr mais rápido, de alcançar objetivos sonhados, coisas que prejudicam nosso desempenho como pessoas no lar, no trabalho, com amigos, etc. Nossa tendência natural é nos entregarmos às muitas atividades, às rotinas que não nos permitem parar. Não dá, mesmo, para pensar! Enquanto isso, vão se acumulando em nossos "cascos" uma quantidade enorme de "limo emocional e espiritual". Tanto que a pessoa percebe que algo está errado. Procura tomar remédios entregando-se a terapias …

TAREFA x RESULTADOS

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DICA DE PORTUGUÊS

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Com a nova reforma ortográfica o termo perdeu o acento agudo. Segue na mesma linha de raciocínio outros, como: ideia, assembleia, jiboia, plateia etc.

ESCOLHAS E VALORES

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por Carlos Delano Rebouças
Livre como um pássaro, eu busco a todo instante a minha liberdade. Quero sim, ser livre para desbravar o mundo, como seu legítimo cidadão.
Assim pensa Fausto, cidadão brasileiro que optou em viver nas ruas, dormir em praças ou em baixo de marquises, ao relento, a continuar a levar sua vida em família, como qualquer cidadão enxergado como normal deste mundo. Mas por quais outras razões, além da citada inicialmente, pode levar Fausto e tantos outros a adotar esse estilo de vida?
Um dia ouvi de um ex-colega de trabalho, vivido, que na vida tudo pode ser explicado, mas nem sempre justificado. No caso de Fausto, pode até apresentar explicações, porém, justificá-las, para muita gente, será muito difícil e quem sabe, impossível. Como pode alguém abandonar todo o conforto de sua casa para viver nas ruas, exposto ao tempo, aos perigos, e ainda defender que foi uma atitude pensada e correta?
Pode. Sempre existem e existirão explicações para as nossas atitudes, independent…

A real insignificância do ser

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por Carlos Delano Rebouças
Confesso que não costumo assistir tanto, principalmente nos últimos tempos, mas muitas matérias exibidas nos sanguinários programas policiais da televisão brasileira me chamaram a atenção por diversos aspectos, principalmente, aqueles que se referem a valores humanos.
É fato a crescente evolução da insegurança em nosso país e a prática de crimes diversos, principalmente, homicídios. É fato que a visão sobre a vida está banalizada e que existe um total abandono pelas autoridades públicas sobre a sua qualidade e manutenção. Tudo isso é fato, indiscutível.
Mas o comportamento humano é que preocupa, não somente aquele que leva à prática de crimes, reprováveis pela sociedade e abominados em todos os seus aspectos, porém, não mais pela sua maioria. Até parece que passamos a encarar determinados comportamentos como naturais e aceitáveis, que outrora, eram inteiramente combatidos.
Hoje, quem rouba, trafica, engana e até mata, infelizmente, adquire seu respeito na socied…

ESPANHOLA NA VOZ DE FLÁVIO VENTURINI

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PREPOSIÇÃO E ARTIGO: UM CASAMENTO PERFEITO

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PARÁBOLA DO DIA

Gandhi e o professor arrogante


Enquanto estudava Direito na University College, de Londres, um professor de sobrenome Peters tinha-lhe aversão, mas o estudante Gandhi nunca baixou a cabeça e os seus encontros eram frequentes.
Certo dia o professor Peters almoçava no refeitório da Universidade quando o aluno, com sua bandeja, senta-se ao seu lado.
O professor, altivo, diz:
- Sr. Gandhi, você não entende ... Um porco e um pássaro não se sentam juntos para comer.
Gandhi respondeu-lhe:
- Fique tranquilo, professor. Eu vou voando... - e mudou-se para outra mesa.
Mr. Peters, enfurecido, decidiu vingar-se no dia seguinte, quando uma prova seria aplicada. Mas o aluno respondeu de forma brilhante a cada questão. Então, o professor fez-lhe mais uma pergunta:
- Sr. Gandhi, você está andando na rua e encontra um saco contendo em seu interior a sabedoria e uma grande quantidade de dinheiro. Qual dos dois o sr. escolhe? Gandhi responde-lhe, sem hesitar:
- É claro, professor, que fico com o dinheiro! O pro…

REFLEXIVO VÍDEO SOBRE APRENDIZAGEM

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INVESTIMENTOS NA EDUCAÇÃO QUE VÃO SOMENTE ATÉ A PÁGINA TRÊS

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Autor: Carlos Delano Rebouças
Sempre, ao longo da história do Brasil, ouvimos daqueles que se dizem representantes públicos, especialmente no período pré-eleitoral, as mais diversas e absurdas promessas para o melhoramento da educação do povo brasileiro.
Comparando a um livro, desses que atendem às orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, a qual apresenta orientações para que em qualquer composição literária escrita possa existir um prefácio, dentre tantas outras exigências, a educação brasileira nos discursos políticos permite-nos uma perfeita e interessante analogia com esse instrumento de transformação.
Prefaciar é apresentar o conteúdo que será abordado na obra, de forma resumida pela visão de seu autor, mas rico em detalhes importantíssimos para atrair as atenções dos leitores. Apresenta a abordagem que será dada, de forma sucinta, para que na sequência da produção venha a ser vislumbrado pelo leitor, ou quem sabe, por meio de terceiros, desde que correspondam …