ACREDITANDO SEMPRE QUE A EDUCAÇÃO É A REDENÇÃO DE QUALQUER NAÇÃO E QUE DEVEMOS APOSTAR NISSO.
terça-feira, 14 de maio de 2019
Cuidar de sua imagem
Muito mais que nos preocuparmos com nossa aparência física, estética, embalagem, devemos cuidar do nosso conteúdo, que nada mais é que valores, estes que pouco estão sendo enxergados em tempos que as vaidades prevalecem sobre tudo.
domingo, 12 de maio de 2019
Expressões idiomáticas
As expressões idiomáticas também devem ser vistas como um importante recurso literário, cuja função é de aumentar o impacto do que foi dito. Veja as diferenças a seguir:
- O diretor ficou furioso e começou a desferir ofensas diretas ao seu assistente.
- Em um ataque de fúria, o diretor perdeu a linha e vociferou contra o seu adversário.
Veja que ambas tem o mesmo objetivo, que é de mostrar uma atitude tomada pelo sujeito da oração, no caso, o diretor. Contudo, veja que o uso das expressões idiomáticas, ao contrário das composicionais, que são montadas e só têm significado quando cada palavra é analisada individualmente e os sentidos usuais são combinados para mostrar o todo, agem no intuito de convencer levando em conta recursos linguísticos (recorrendo também a figuras de linguagem) ligados a uma bagagem cultural.
Também é importante enriquecer o texto com um vocabulário que possa substituir termos comuns usados no dia a dia.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
É BEM ASSIM MESMO!
Por Carlos
Delano Rebouças
Vivemos, sim,
uma sociedade de conhecimentos, onde impera o preconceito de se achar que uma
profissão pode ser mais valorosa ou importante que a outra, nutrindo uma
espécie de segregação de classes, muitas vezes definindo caracteres a partir
das escolhas profissionais, seja por imposições da vida, seja unicamente por
identificação
Somos todos "peças
de um jogo", quem sabe, como um xadrez, em que nos movimentamos ou em sua
função somos movimentados em busca do sucesso, no qual cada uma com sua devida
importância. Um sucesso que não é de um só – de alguém ou de ninguém –,
e sim de quem tem humildade de entender que o “nós” é bem melhor de se dizer.
Todos temos algo
a ensinar, a agregar de alguma forma para o crescimento da sociedade, para a
edificação de um outro ser que não necessariamente se enxerga pelo espelho do
egoísmo.
Deixamos nossas
marcas, nossos feitos, nosso legado, nossos ensinamentos. Valorizemos,
portanto, cada profissão existente, sem jamais transferirmos nossos mais
indomáveis sentimentos, esses mesmos que maltratam e machucam sem escolher a
quem, apenas pelo simples fato de se enxergar diferenças.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Como vale a pena
É sempre bom falar da educação, melhor ainda de seus resultados, sobretudo, transformadores de vidas que nem sempre a reconheceram como importante.
Filosofando um pouquinho
Carlos
Delano Rebouças
A
famosa frase de Shakespeare, “Ser ou não ser, eis a questão! ”, presente na sua
obra Hamlet, até hoje é repetida diante de tantas dúvidas suscitadas quanto ao
comportamento humano, sobre como se posicionar criticamente em relação a uma
atitude a se tomar, ou mesmo já consumada que permite tantas reflexões.
Há
quem diga que a sua inspiração vem do famoso filósofo Sêneca, que pela sua
ímpar capacidade de perceber a vida humana e a sua relação com o mundo,
entendeu, por exemplo, que o homem precisa valorizar cada momento vivido quando
disse: “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”.
Contudo,
Shakespeare com essa famosa frase também pareceu querer desmontar o pragmatismo
aristotélico, desenhando ao mesmo tempo um homem puro e sonhador, cheio de
desejos e contradições, sem máscaras que pudessem esconder a sua verdade, mesmo
diante da espantosa condição demonstrada ao lidar com a realidade tosca de um
mundo que convive tão naturalmente com o caos.
Reflexões
filosóficas à parte, fato é que esse conflito reside indubitavelmente em nossa
mente. Somos, aliás, estamos literalmente envolvidos nessa eterna batalha para
descobrir o que realmente somos, uma condição de ser bem mais angustiante que a
de estar, quando temos a certeza que podemos desviar o foco de nossa análise em
meio a risos nada verdadeiros, que em nada correspondem a nossa verdade.
Enganamo-nos para enganar, quando o maior e único ludibriado é somente nós.
Permitam-me dividir essa condição com o uso do pronome.
Decerto,
pode parecer desnecessário para muitos, para não dizer irrelevante, reservar o
mínimo do tempo que temos na nossa vida para reflexões sobre o que na verdade
somos ou como estamos no mundo; sobre a relação que estabelecemos com quem um
dia, em um dado momento, acreditamos que seriam importantes para a nossa
edificação como um ser, ora vazio de sentimentos, ora esgotado de tantos experimentados
que um dia acreditamos serem verdadeiros, sólidos e únicos, e até enganosos, a
ponto de cegar como se fossem um estimulante capaz de nos reduzir a nada em
determinados momentos da vida.
Enquanto
há vida, há esperança! A frase não seria bem essa, mas para não perder a
oportunidade, que seja ela a nos levar a pensar (ou repensar) o que temos feito
em nossas vidas que tanto pode estar nos enganando. O acordar deve sempre
acontecer, para que se perceba algum sinal de alerta que aponte para a perda do
amor próprio, que deve sempre ser priorizado, pois somente por ele, fortalecido,
conseguimos equilíbrio suficiente para encontrar respostas na nossa vida.
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