quarta-feira, 12 de julho de 2017

EXPRESSÃO DE CEARENSE!

A cada dia uma expressão típica de cearense. A de hoje é...


BOTAR PRA MOER
Resolver uma coisa de maneira firme, decidida. Pode ser uma questão de briga, um serviço para executar ou coisa semelhante. “Eu vou resolver essa parada, vou botar pra moer em cima desse vagabundo”.

FALEI!

Para quem não acredita e me julga formador de opinião, por achar que convenço os meu alunos a seguirem minhas convicções políticas, só mesma dizer que está absolutamente enganado.
Para começar, trato em sala de aula muito pouco ou quase nada de política, mas não me privo de discutir sobre cidadania, direitos e deveres de um povo. Tenho todo direito de levar os meus alunos a estabelecerem discussões sobre o seu papel na sociedade, consciente de que precisa se politizar mesmo que se assuma adverso à política.

DICA DE PORTUGUÊS


MAS PARA QUE MESMO EU ESTUDEI?

por Carlos Delano Rebouças

São muitos os questionamentos que me faço sobre as razões para se adquirir conhecimentos, conquistar uma formação e para por em prática com um foco definido. Sabemos que justificativas existem, porém, nem sempre unânimes sob o ponto de vista social.

Assistindo a filmes e documentários, especialmente aqueles que retratam guerras e o sofrimento de determinados povos, é comum de se ver profissionais de saúde envolvidos naquele universo de horror, sobretudo, expondo suas vidas em prol de tantas outras. Percebemos uma dedicação total de médicos, enfermeiros, paramédicos e voluntários, sem mesmo sabermos qual o seu ofício de formação, dando a sua contribuição humanitária com toda a dedicação possível.

Pode alguém dizer que não passa de uma ficção, ou seja, que se trata de filmes que nem sempre retratam uma verdade absoluta, funcionando muito mais como uma estratégia de impressionar a sociedade, reafirmando que no mundo ainda existem pessoas generosas que dedicam o seu precioso tempo e conhecimento para ajudar pessoas necessitadas.

Embora existam pessoas que pensam assim – desacreditam da verdadeira natureza humana – tudo se trata de uma verdade documentada, incontestável para os menos insensíveis, duvidosos para os mais realistas.

Trata-se de atitudes duvidosas diante de uma realidade enxergada por muitos em que ninguém é capaz de trocar anos e anos de estudos, a conquista de uma formação superior em universidades e a oportunidade de estar ganhando dinheiro, por trabalhos humanitários e risco de perder sua própria vida simplesmente por querer ajudar, por querer servir a uma determinada causa a qual entende como edificante.

Riscos existem de todas as maneiras, mas não seria diferente, já que convivem em um cenário de grande exposição, nas mesmas condições de todos que ali estão contando com sua ajuda. Contudo, todos que prestam serviços humanitários assumem que fazem por amor ao semelhante, à natureza, à profissão e por justiça, além, obviamente, pelo dever de servir de alguma forma para um mundo melhor, e a maneira que encontraram de mais consistente foi pelos conhecimentos profissionais adquiridos, para que tragam na bagagem para casa muita experiência a ser transmitida.



O MUNDO VISTO DO CÉU


segunda-feira, 10 de julho de 2017

PARÁBOLA DO DIA

A atitude do marimbondo

 

Considerado como mal-educado pela vizinhança e comunidade, o marimbondo foi questionado por seus vizinhos, pois seu relacionamento com os demais insetos e animais nada tinha de satisfatório. Ficava mal-humorado ao menor esbarrão. Justificava suas ferroadas como autodefesa. Nunca se sentia culpado ou movido a pedir desculpas a ninguém. Seus argumentos eram os seguintes:
 
“Tudo que sei e pratico aprendi com meus pais. Vivemos numa comunidade fechada. Jamais nos matriculamos em um educandário de relacionamento afetivo. Agimos do mesmo modo em todas as circunstâncias.
 
Ninguém nunca nos fez uma visita cordial, até porque o acesso à nossa casa é vedado. Ninguém é bem-vindo em nenhuma ocasião.
 
A intolerância é a tônica de nosso viver. Nós criamos as nossas leis. Somos os donos da razão. Nossos direitos não podem ser tirados de nós.
 
Admiramos o modo amistoso das demais comunidades de animais, mas somos diferentes. Nascemos para ferroar. Esta é a nossa natureza.”
 
Diante destes fatos, a comunidade dos marimbondos vive isolada. Não sabe cooperar para o bem comum. Há medo por parte dos demais membros da fauna com a presença dos marimbondos.
 
É triste não poder confiar neles, pois nunca se sabe diferenciar quando estão de bom humor ou prontos para atacar.
 
Os marimbondos não podem dizer que são discriminados, pois escolheram seu modo de viver.
 
 
 
Autor: Pastor Odair Alves

ORIGEM DOS SOBRENOMES: ARAÚJO

Família Araújo

A família Araújo se disseminou pelo Brasil e hoje é bastante conhecida. Confira abaixo algumas informações sobre sua história de origem, curiosidades e o modelo de brasão.
O sobrenome Araújo, assim como tantos outros, não surgiu no Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua nova morada.

Origem da família Araújo

Este é um sobrenome bastante utilizado em Portugual e na Espanha, embora sua origem seja inicialmente espanhola. Como os países são bem próximos, ele se estendeu a Portugual com muita facilidade, primeiramente através de Pedro Pais de Araúja, alferes-mor do reino de leão e depois do reino de Portugal.
O sobrenome surgiu na Espanha através do Castelo de Araúja, localizado próximo ao rio Minho. Ele é considerado, por esse motivo, de origem geográfica, ou seja, um toponímico. Araújo é derivado de Araúja, uma árvore.
Rodrigo Anes de Araújo era senhor do Castelo de Araújo e foi o primeiro a adotar este sobrenome. Seus descendentes espalharam o sobrenome pela Espanha e foi Pedro, o seu bisneto já citado, quem levou o mesmo para Portugual.

Curiosidades

O Araújo tem o seu gênero masculino, principalmente por se referir, ao longo da história, frequentemente ao homem. Inicialmente Araúja, trocou-se a última letra por O justamente pelo mesmo motivo
 
Variantes do sobrenome Araújo
As variantes que podem ser encontradas do sobrenome Araújo são bastante arcaicas, uma vez que elas foram a origem do sobrenome atualmente conhecido. Elas são: Araúja e Arujo.

Brasão da Família Araújo

O brasão da família Araújo é constituído de prata, com aspa de azul carregada com cinco besantes de ouro, também postos em aspa. Em seu timbre encontra-se meio mouro, sem braços, vestido de azul e fotado de ouro ou a mesma aspa utilizada no escudo.