sábado, 24 de junho de 2017

PRESTE ATENÇÃO COM SUA ESCRITA


ORIGEM DOS SOBRENOMES: SOARES


Os Soares tem no Brasil uma grande parte de seus descendentes. Se você é um Soares ou possui o sobrenome de uma de suas variantes, vai gostar de saber mais informações sobre origem, curiosidades e brasão desta família.
O sobrenome Soares, assim como tantos outros, não surgiu no Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua nova morada.

Origem da família Soares

Este é um sobrenome de origem portuguesa. Ele é classificado como patronímico, uma vez que deriva de um nome próprio, que provavelmente seria o fundador da família.
Ele é uma variação de Soarez, derivado de Suáriz, Suárizi, do latim Suárici, classificado como sendo um patronímico, pois deriva de um nome próprio, vem do nome Suário o mesmo que Soeiro.
Ao que consta, este é um sobrenome que possui várias origens de linhagem. Mesmo assim pode se considerar todas elas como patronímicas, onde o sobrenome é proveniente de um nome e a terminação “es” significa “filho de”.
Em 1554 foi registrado em documentos como Soarez e em português arcaico existem registros de Soáriz e Suáriz. Segundo alguns historiadores a família Soares teve sua origem em Toledo. 

O nome do qual deriva o sobrenome tem sua origem persa.

Curiosidades

A palavra Soeiro, que é o nome do qual deriva o sobrenome é do latim Suarius e significa pastor de suínos. A criação de porcos era bem comum naqueles tempos e por isso este nome passou a ser disseminado entre os descendentes.

Variantes do sobrenome Soares

Dentre as variantes conhecidas de Soares podemos destacar Suaréz e Soarez. Estas são bastante conhecidas em países hispânicos. Outras variantes são encontradas na história deste sobrenome, mas estas são pouco, ou quase nada usadas atualmente.
BRASÃO DA FAMÍLIA
O brasão da família Soares é constituído de um escudo de vermelho com uma torre de prata em seu interior. Em seu timbre é possível ver a mesma torre de prata do escudo.
Este é um dos brasões mais originais da família Soares. Mesmo assim, não pode se dizer que ele é único, uma vez que existem várias linhagens dos Soares.

PARÁBOLA DO DIA

A formiga desmotivada

 


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
 
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
 
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
 
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
 
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
 
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!
 
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
 
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
 

Autor: Desconhecido

REFLEXIVO VÍDEO


REFLITA


sexta-feira, 23 de junho de 2017

A NÍVEL DE ou EM NÍVEL DE

As duas expressões estão corretas, embora não sejam muito utilizadas. Elas podem ser substituídas pelas expressões “em relação” e “quanto a” na linguagem informal, que possuem maior sentido.
Tanto a nível quanto em nível possuem o mesmo significado.

A palavra nível pode ser usada tanto como um substantivo como no lugar de um advérbio indicando a posição ou relação de algo comparado a outro.

Exemplos

  • Em nível de cidades com clima muito quente, Recife é uma das capitais que estão incluídas nessa lista;
  • Em nível de avaliação dos trabalhos, o que Marcos fez foi o melhor apresentado;
  • A nível de quem possui mais beleza, Caroline ganha nesse quesito.
  • Lívia está a nível de seu pai em inteligência.
OBS.: Neste último exemplo em especial, onde a expressão “a nível” é usada para fazer uma comparação entre uma pessoa e outra, usa-se sempre a antes de nível.
Perceba que as expressões são utilizadas para referirem-se a algo ou para comparar uma coisa com a outra, e podem ser substituídas por:
  • Em relação às cidades…
  • Quanto à avaliação dos trabalhos…
  • Quanto a quem possui mais beleza…

Sinônimos de A nível e Em Nível

  • Quanto a;
  • Em relação;
  • No que concerne;
  • No que diz respeito.

GARIMPEIRO DO CONHECIMENTO

Autor: Carlos Delano Rebouças
Tenho sede de saber, de conhecer e de descobrir o novo, mesmo que esse novo seja para se aplicar em coisas velhas, que insistem em rejuvenescer a cada dia, a cada instante.
Assim parei, fiquei estático, pensativo e perplexo, e muito mais reflexivo, após assistir a uma excelente palestra sobre o valor do conhecimento. Como foi bom ver Leandro Moreira contar tudo que pensa sobre conhecimento e suas consequências e necessidades! De fato foi muito oportuno, pois permitiu repensar a vida.
Somos, na verdade, garimpeiros de profissão, em busca de tudo que possa nos interessar. O “ouro” deste nosso garimpo, o mundo, indiscutivelmente é o conhecimento. É o vento que move os moinhos, ou a água que move turbinas da hidrelétrica do saber? Pode ser, mas enquanto muitas fontes confirmam-se esgotáveis, finitas, a do conhecimento não. Esta fonte apresenta-se rica, cheia, repleta de oportunidades, diversas, para que possamos aproveitá-las, da melhor maneira possível. É um mundo de montanhas de sal, para provocar a sede de conhecimento, permitindo-nos capazes de nos manter vivos e vislumbrar novos caminhos no mercado de trabalho.
Independentemente das exigências do mercado de trabalho, este mesmo que ao mesmo que se posta como vilão e bandido, que faz o seu profissional colher frutos muitas vezes indigestos, mas esperados, até mesmo porque houve uma semeadura, precisamos assimilar que com conhecimento, tudo pode se tornar mais fácil, com poucas pedras no caminho, apesar de que essas pedras podem na verdade, significar o combustível para uma mudança de atitude. Trata-se de assumir absolutamente a postura de garimpeiro, esmiuçando tudo que possa permitir a aquisição de conhecimentos.
Se já acredita que és um garimpeiro do conhecimento; sempre em busca de descobrir novas informações, novos saberes; que sua sede não passa; e se esse “sal” insistir em manter-se presente no seu pensamento, revitalizando ininterruptamente seu desejo de aprender. Agradeça, sorria e vibre, pois tu és um ser que acredita na fonte inesgotável do conhecimento.