quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

EXPRESSÃO DE CEARENSE



A cada dia uma expressão tipica de cearense. A de hoje é...

ARRE-EMA

Eufemismo para arre-égua. Em desuso porque ninguém acha mais arre-égua um palavrão como achavam antigamente quando criaram o eufemismo para a original expressão cearense.

Linda canção!


DICA DE PORTUGUÊS

“BEM FEITO”, “BEM-FEITO” E “BENFEITO”: QUANDO USAR?
Embora as três sejam muito parecidas – tanto de forma sonora quanto de forma escrita, há uma enorme diferença entre as três.
Entenda quando utilizar “bem feito”, “bem-feito” e “benfeito”:
Bem feito
Bem feito é o termo destinado ao uso mais irônico e espirituoso entre os três termos. A utilização do termo “bem feito” é sempre em um contexto de interjeição, como uma espécie de reação a um senso de justiça presente em algo ocorrido.
– Ele saiu sem avisar, perdeu as chaves de casa e precisou pedir ajuda para o porteiro. Bem feito!
– Bem feito! Falei que alguém tropeçaria se você não tirasse os sapatos do caminho!
Bem-feito
É definida pela Academia Brasileira de Letras com um adjetivo, e sempre deve ser escrito com o hífen.
A expressão significa algo feito de forma caprichada, com qualidade. É a expressão que utilizamos para elogiar algo, como nos exemplos:
– Seu texto está bem-feito.
– Este quadro está primoroso! Cada detalhe nele é bem-feito.
Benfeito
Benfeito, por sua vez, é um substantivo. Um benfeito significa, em outras palavras, uma benfeitoria, algum benefício realizado a respeito de alguma coisa. Embora seja foneticamente parecido, “benfeito” possui uma origem diferente das outras duas expressões, e é escrito com “n”.
– A ponte é um benfeito inestimável à vizinhança.
– O benfeito trouxe grande melhoria na qualidade de vida local.
A dica para não errar, nesse caso, é sempre associar o “benfeito” à ideia de benfeitoria.

REFLITA SOBRE O CONTEXTO

O mundo deve estar passando por um dos momentos mais delicados quanto à postura do homem que o habita. Não é de hoje que assistimos a atrocidades cometidas, desmedidas e sem um mínimo de justificativa que não seja insanidade.

Buscando como referência o nosso país, vemos que vive uma caótica situação de insegurança e desequilíbrio econômico, sem falar em outras mazelas que assolam uma nação de apenas 517 anos.


Falando um pouco mais de Fortaleza, aliás, de quase todo o estado do Ceará, a situação parece ainda pior. Se porventura alguém puder apresentar um lugar em qualquer região que seja deste país que esteja tão estregue às baratas como o nosso estado, avise-me, para que possamos lamentar juntos. Nunca se viu, em tempo algum, tanta violência. Jamais se presenciou tantos crimes bárbaros praticados a qualquer hora do dia que parecessem tão normais de se ver. Hoje não mais basta matar, tem que esquartejar o corpo, espalhar pelas ruas e atear fogo para todo mundo assistir. Até o direito de velar um corpo a família não tem mais, pois são retirados dos caixões e viram cinzas em via pública.



O crime tomou conta do país, muito, por conta de uma sociedade sem cultura, vitimada por aculturados que se vendem facilmente para eles mesmos, como partícipes do crime organizado. Os três poderes que não mais são respeitados, até mesmo porque não dão motivos para isso, baixam a guarda diante de um poder paralelo que se estabelece a base de suas ações no sistema penitenciário que mais serve como quartel general.



As forças de segurança até que tentam combater o crime, pelo menos uma parte que ainda não entrou no jogo da conveniência, arriscando-se ao lado de seus familiares, mas ficam sem poder mostrar a cara, pois nem secar um fardamento num varal de casa, por exemplo, podem mais.



Somos um alvo. Ninguém está a salvo. O perigo que antes rondava a casa dos mais humildes parece que se espalha por uma cidade como Fortaleza onde ninguém mais está imune de ser a próxima vítima. Basta cruzar a cidade em seu veículo.


Juro que não vejo luz no fim do túnel. Enxergo sim, numa visão bem mais realista que pessimista, que as coisas tendem a piorar ainda mais. Não duvide que nos próximos anos o nosso país esteja equiparado a países que viveram intensamente uma guerra civil. Angola, Haiti, África do Sul e tantos outros que viveram momentos tenebrosos vão parecer um paraíso em relação ao Brasil arquitetado pelo seu povo e especialmente pelos seus representantes dos três poderes.

LIGUE E GARANTA A SUA VAGA!


ESTAMOS À DISPOSIÇÃO!


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

DICA DE PORTUGUÊS


As duas palavras existem, contudo, devem ser empregadas de forma diferente. Continuidade refere-se à extensão de um acontecimento (prolongamento, a extensão de algo etc.), enquanto Continuação refere-se à duração de algo (seguimento).
Continuidade
Exs.:
“Precisamos acompanhar a continuação da contagem dos votos.”
"A continuação da partida depende do retorno da energia."
"A continuidade das investigações vai até o final do ano."
“A continuidade da Lava-Jato não está em discussão.”

Linda canção!


OFICINA DA SABEDORIA

 Carlos Delano Rebouças

Muitos se definem como seres que mais parecem uma máquina, de cuja engrenagem tem uma inevitável dependência, e por ser muito complicada, diga-se de passagem, até mesmo por envolver razão e emoção, interferindo diretamente nas nossas atitudes, formatando-nos no mundo e para o mundo.
Às vezes, ficamos fora dos eixos, totalmente desestabilizados, derrapando nas pistas mundanas. Será que estamos precisando de uma manutenção urgente? Será que nossos “pneus”, que representam nossa base de sustentação, de aderência ao solo da vida, estão desgastados tanto quanto nossos valores, e nossas crenças e concepções?
Nem sempre. O fato é que nem sempre sabemos o momento de parar e fazer a manutenção de nossas vidas, sobretudo, sobre nossas atitudes, que muitas vezes são reprováveis e questionadas. O mundo mais parece um conglomerado de homens que mais parecem máquinas, as quais, a maioria delas, encontra-se em mau funcionamento ou obsoletas, diante da evolução da vida, precisando urgentemente de reparos, de uma manutenção, que permita um melhor funcionamento, para melhores resultados.
Para que a máquina humana possa melhorar o seu rendimento, o homem necessita bem mais que uma manutenção corretiva de seus valores, precisa revitalizar-se, diante de tantas transformações do mundo e no mundo. Não se trata somente de uma troca de peças ou de uma lubrificação, que permita ficar mais liso, para escapar das armadilhas da vida. Precisa também, de uma completa manutenção preventiva, que inclua uma reflexão profunda sobre conduta, sobre suas atitudes, que possa levar a aquisição de conhecimentos e, principalmente, sabedoria, resultando numa maior estabilidade e rendimento de seu motor que move as suas ações.
Mas essa oficina da sabedoria carece de bons mecânicos. Reluta em encontrar “profissionais” que possam colaborar com o propósito de melhorar a máquina homem, mesmo que este, não entenda que precisa de ajuda. Remuneração para esses profissionais da oficina da sabedoria é somente a satisfação de contribuir para um mundo melhor, sem máquinas paradas ou obsoletas, mas que estejam em plena produção, conscientes que precisam, sempre, de uma manutenção nas suas vidas. 


Conheça o Canadá


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O QUE FAZ UM PROFESSOR SORRIR?


Autor: Carlos Delano Rebouças

Sei que um salário digno e o justo reconhecimento de sua função social é a resposta majoritária, seja ela de professores, seja de quem acompanha de alguma forma a saga desses profissionais ao longo da história de um Brasil que parece não enxergar a educação como uma prioridade.

Antes de entrar no mérito dessa discussão, cabe ressaltar que países bem mais desenvolvidos – para não dizer infinitamente – no aspecto educação que o Brasil deram e continuam a dar provas de que o professor tem o seu valor e que merece sempre ser reconhecido por toda a sua importância no contexto social de uma nação. A Finlândia, por exemplo, quando preferiu se emancipar do domínio russo em 1917, decidiu manter-se na defensiva e estruturar o país com investimentos na educação de qualidade de seu povo, como uma estratégia mais inteligente de preparar uma base para as futuras gerações. Certamente na frente dessa linha de batalha estava o professor bem preparado e valorizado.

Muitos outros países do mundo demonstram por meio de dados relacionados à qualidade de vida de seu povo, à economia, à cultura, à saúde e ao desenvolvimento em geral que é pela educação e pela valorização de seus profissionais que um país cresce e evolui. Assim aparecem, dentre vários países, Finlândia (já mencionada), bem como Suécia, Suíça, Noruega, Alemanha e o Japão. Este, conforme se fala nos quatro cantos do mundo, o seu imperador se curva apenas a um profissional, e ele se chama professor. Já a Alemanha, recentemente nas palavras de sua primeira-ministra, reconhece que o seu professor ganha mais em seu país que médico e engenheiro, por exemplo, por não serem “pessoas” comuns.


Diante dessa contextualização da educação em níveis mundiais, pela qual pode situar os leitores sobre a visão que determinados países evoluídos têm sobre ela e seus profissionais, voltemos à realidade brasileira, esta que parece inerte em relação aos interesses maiores de uma nação que resiste em acreditar no seu crescimento, que mais parece como rabo de cavalo, mascarado por duvidosos dados e números que podem não significar uma verdade absoluta. É o retrato incontestável de um cenário de completa desvalorização da educação, que ludibria a todos – educadores e alunos, pais e responsáveis, e sociedade – impiedosamente, criando um mundo de faz de conta que serve de pano de fundo apenas para a sustentação de argumentos para viáveis para empreendimentos pessoais ou restritos de uma minoria interessada.

Mesmo com tudo isso acontecendo às claras, embora enxergado apenas pelos olhos mais esclarecidos, o professor continua firme e forte no exercício de seu papel, obviamente, resistente às adversidades historicamente conhecidas por todos (salário não condizente com a sua contribuição social, falta de segurança no exercício de suas atividades em sala de aula, desvalorização profissional por parte de uma sociedade, reduzidas políticas públicas de incentivo a sua melhor qualificação etc.).

Mas o verdadeiro professor – aquele o qual podemos definir como “educador” – sorrir não somente com um fugaz reconhecimento, mas também em meio às inúmeras dificuldades vividas. Ele, na sua extrema maioria, já está calejado diante das injustiças sofridas e das lamentações de uma sociedade que olha para ele com pena, como se não tivesse valor. O seu sorriso se estampa quando sabe que contribui para uma transformação, seja ela ao final de cada aula, seja no final de um curto ou médio período que também pode se definir como o sucesso de seus alunos.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

VÍDEO INCRÍVEL


DICA DE PORTUGUÊS


A BOA ESCOLA E O BOM PROFESSOR

Por Carlos Delano Rebouças

Qual é o bom professor para o aluno? Quem recebe aplausos e gritos de “Você é o cara!” ou “Você é o melhor professor que já tive na vida!”?

Antes de responder tais indagações, temos que nos atentar para os conceitos que possuímos sobre educação – sobre a importância que a damos – necessária de ser edificada desde a base familiar, esta que, inevitável e intimamente, exige outras necessidades, sobretudo à disciplina, fator que tanto incomoda as pessoas na sua maioria.

Muito fácil agradar ao aluno com uma performance circense, artística e conveniente, fechando os olhos para a verdadeira necessidade de se comprometer com a sua ideal lapidação para a vida, não somente com vistas a aquisição de conhecimentos, mas também na formação de um cidadão – na verdadeira acepção da palavra, conhecedor de seus deveres e direitos, ético, honrado – digno de ser tratado como tal. Muito fácil ser um “showman” em sala de aula, bem mais preocupado em promover a sua imagem de “tiozão”, para depois checar nas redes sociais a sua popularidade, que simplesmente adotar uma postura de menos estrelismo, mais focada na melhor formação do aluno.

“Mas é o que resta para o professor”: respondem muitos que vestem essa carapuça. “É ser criativo, e isso é que o aluno deseja de um professor”: assim dizem outros. Ah! O aluno adora tudo isso, de verdade, mas será que supre a sua necessidade de momento para um futuro melhor? Será que surtirá os efeitos plenamente necessários para um mundo cruel e injusto nas suas cobranças? Viva ao professor que sabe executar as duas funções com mestria! Parabéns aos alunos e à escola que tem em seu excelente professor um grande artista! A escola tira o chapéu para você, polivalente profissional, já que para ela o que vale é o sorriso no rosto do aluno, não é?

Pena que a escola não está com essa preocupação, aliás, a única que existe é de manter-se forte na disputa pelo aluno – aquele que paga e que pode ser fisgado pelo concorrente – esperando dele somente resultados que possam engrandecer a sua imagem de mercado. Assim funciona o clientelismo nas escolas privadas do Brasil.

Certo tempo, diariamente, costumava passar em frente a uma grande escola de Fortaleza, renomada, e uma coisa me chamava atenção: Via logo na sua entrada, após as catracas de acesso, um batalhão de coordenadores recepcionando alunos com abraços, beijinhos e votos de bom-dia. Gostaria muito de saber se fosse numa escola pública se fariam isso. Certamente que não, pois reside aí a diferença de tratamento que muitas vezes se estende à sala de aula com o professor que lá recebe o aluno diariamente.

O professor de uma escola dessas sabe que muito mais que repassar conhecimentos ao aluno e contribuir para a sua formação humana e social, precisa ser a extensão da escola em sala de aula, agradando-o de todas as formas, para receber tapinhas nas costas nos corredores e quem sabe, no dia de sua avaliação, ser bem pontuado e ter seu emprego garantido. Ao final, tudo fica uma beleza, ou seja, escola e professor bem conceituados na opinião mal edificada do aluno sobre os verdadeiros conceitos de educação de qualidade.

E essa roda viva da educação no Brasil permanece e continua a girar diante dos interesses divergentes. Infelizmente temos que nos acostumar com isso, pois não vemos a mínima possibilidade de mudanças. A escola continuará enxergando o aluno como a sua maior fonte de riqueza; o professor continuará sendo o maior artista circense da sala; e o mundo também continuará sendo esse imenso palco das desilusões, resultantes de uma educação mal desenvolvida, embora não pareça para muitos, pois o que mais importa é o título que carrega. 

ENTENDA!


Não fazemos somente a revisão, fazemos a preparação do seu texto em Língua Portuguesa, atendendo às exigências de sua norma culta quanto à ortografia e gramática.
O QUE É PREPARAÇÃO DE TEXTO?
Quando se fala de preparação, fala-se de uma investigação que busca não apenas falhas ortográfico-gramaticais, mas também erros de coesão, fluidez textual e um atendimento perfeito da norma culta da língua.

CARACTERÍSTICAS DA PREPARAÇÃO
Realizada no Word..
Sugestões de estilo.
Verificação de continuidade e consistência textual.
Reescritura de trechos para dar mais clareza ao texto.
Verificação da correção gramatical e sua adequação ao contexto.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

NEOLOGISMOS


Bem legal!


USO DA VÍRGULA

A vírgula é nossa maior aliada na hora de dar coerência e coesão à redação. Com ela o texto fica mais limpo e a leitura flui com mais facilidade. O problema é: como empregá-las corretamente? Pode ficar tranquilo que a gente ajuda! Depois dessas 4 dicas, vírgulas serão a solução na sua vida!
1) Use a vírgula para separar elementos que poderiam fazer parte de uma enumeração.

Ex.: Amanda, Lucas, Júlia e Gustavo saíram para jantar fora.
2) Use a vírgula para isolar informações deslocadas para o meio da frase. Geralmente, são explicações de algum termo.

Ex.: Gal Costa, aquela cantora baiana, tem a voz animadíssima.
3) Use a vírgula para separar advérbios (tempo, modo, lugar) no início ou no meio da frase.

Ex.: Na semana passada, vi meus tios num parque de Niterói.
4) Use a vírgula antes de conjunções que iniciam orações.

Ex.: Íamos ao show do Tiago Iorc, mas não temos dinheiro.

REFLITA!


O QUE APRENDEMOS E SUA RELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM


Por Carlos Delano Rebouças

Apesar de ter iniciado a minha vida na educação, como profissional, há cerca de 20 anos, bem mais dedicado nos últimos 10 anos, muita coisa contribuiu e continua a influenciar na vida desse profissional. Experimentado em muitos segmentos de atuação e reconhecedor de que os diversos saberes servem incontestavelmente para o perfeito processo de formação e edificação humana e profissional, hoje tenho bem mais certeza de que o processo de educação precisa ser complementado.

Muitos anos no transporte e poucos outros na indústria, no comércio e nos serviços fazem desse professor um contador de histórias, o Forrest Gump das salas de aula, que tudo ilustra com uma história verdadeira, sob os olhares curiosos e duvidosos de muitos. E para não perder a oportunidade, certa vez, participando de um processo de seleção para supervisor comercial, ouvi de um dos diretores: “Se estivesse precisando de um professor, seria o contratado”. Era tudo que precisava ouvir de alguém que sequer leu o meu currículo e, no ápice de sua lucidez, fez de mim – que pensava em dar um tempo na docência – agradecê-lo entusiasmadamente pela oportunidade de não me contratar. Ali nascia um novo profissional de educação e sepultava um péssimo e quase futuro que se tornou “ex” supervisor comercial.

E a vida continuou na contramão dos interesses que trilhamos nas ainda precárias instalações do Centro de Humanidades da UECE. Entre abandonos e retornos, estamos nós em sala de aula contribuindo para a educação, contando fatos e estórias de quando trabalhamos no transporte urbano de Fortaleza, no sistema PETROBRAS, nas plataformas marítimas do Paracuru/CE, nas visitas comerciais pelo Martins e tantas outras que se apagaram na memória desse homem lutador.

Depois de tanto garimpar no mercado de trabalho em busca de um espaço que acreditava ser meu. A sala de aula vem sendo o meu encontro inevitável. Nela, posso tratar da educação de forma profissional, contribuindo para a formação de profissionais da indústria, comércio e transporte. Nela, trabalho na educação regular, no ensino fundamental e médio, em cursos livres, treinamentos e capacitações. Nela posso falar de todas as nossas experiências, ricas e marcantes, intrigantes também, mas que servem de excelente pano de fundo para nortear crianças, jovens e adultos que buscam se edificar para um mundo repleto de oportunidades, acreditem!

Hoje, no exercício do magistério, somos a Língua Portuguesa, mas como não falar da história, da geografia, da matemática e de tantas outras que fazem parte de nossa rotina diária de vida? O universo humano deve ser tratado sempre e tudo que o permeia. Toda e qualquer atividade profissional precisa de diversos saberes para assomar a sua expertise, e cabe a nós – professores – ajudar nessa soma de conhecimentos, mesmo que tenhamos que abandonar por alguns preciosos minutos o componente curricular a seguir na sua rigorosidade, mas certos que por uma nobre causa.

Somos educação, e não apenas a Língua Portuguesa e a necessidade de seu saber como relevante ferramenta de sobrevivência profissional. Somos uma parte de um todo que se soma a outras partes comprometidas com a educação. Sou crente que saberes são diversos, vivências ilustram tão bem ou até mais que repetidas histórias contadas nos livros. A nossa história é contínua como o conhecimento. 

sábado, 23 de setembro de 2017

LINDA CANÇÃO!


ENTENDA O VERBO

Verbo é a palavra que indica ação, praticada ou sofrida pelo sujeito, estado ou qualidade do sujeito e também fenômeno da natureza. Entenda como é o emprego dos tempos e modos verbais.
O tempo verbal indica se o verbo expressa algo que já aconteceu, que acontece no momento da fala ou que ainda irá acontecer. São três os tempos verbais: presente, passado, (pretérito) e futuro mas possui variações. 

Os tempos verbais e suas variações:

Presente (canto) – Acontecimento no momento que se fala.
  • Exemplo: Eu canto bem!
Pretérito perfeito (cantei) – Acontecimento pontual, ocorrido em um momento anterior ao que se fala.
  • Exemplo: Um dia cantei muito bem!
Pretérito imperfeito (cantava) – Acontecimento contínuo, ocorrido em um intervalo de tempo anterior ao que se fala.
  • Exemplo: Eu cantava muito bem!
Pretérito mais-que-perfeito (cantara) – Contrasta um acontecimento no passado ocorrido anteriormente a outro fato também anterior ao momento que se fala.
  • Exemplo: Quando ela chegou cantando bem percebi que eu cantara mal!
Futuro do presente  (cantarei) – Algo que possivelmente acontecerá em um momento posterior ao que se fala.
  • Exemplo: Com bastante treino e esforço um dia cantarei bem!
Futuro do pretérito (cantaria) – Acontecimento que era esperado, porém não aconteceu.
  • Exemplo: Pensei que cantaria bem, mas não consegui.

São três os modos verbais:

Chama-se de modo verbal às várias formas assumidas pelo verbo na expressão de um fato. São três os modos verbais: indicativo, subjuntivo e imperativo.
Indicativo - Expressa uma realidade, algo dado como certo.
  • Exemplo: Eu ando pela calçada.
Subjuntivo - Expressa algo duvidoso, hipotético.
  • Exemplo: Talvez eu ande pela calçada.
Imperativo - Expressa uma ordem, pedido ou conselho.
  • Exemplo: Anda pela calçada, rapaz!
Fonte: http://www.gabarite.com.br

O PRÍNCIPE DOS POETAS


PRESTE ATENÇÃO E NÃO ERRE MAIS


A HUMANIDADE SE REDUZINDO A NADA


por Carlos Delano Rebouças

Judeus e palestinos numa eterna batalha por um território que se define como “santo”. Imaginem se não fosse. Franceses com o mesmo medo que alemães e ingleses jamais sentiram nos últimos tempos. O terror aterroriza com toda a redundância possível de ser usada por quem discorda de seus ideais.

Falando em discordar, os Estados Unidos escolheu pela minoria dos votos um presidente que não hesita em dizer que a América são eles e deles. Fanfarrão? Não! Fascista? Parece. Aguardemos, então, cenas de um próximo capítulo que não tem hora nem dia para acontecer. O inesperado deixou de ser ante os devaneios de um excelente apresentador de reality show.

No Brasil não é diferente. O três poderes não mais se entendem, porque não entendem quais sejam os limites de seus poderes. Senador acha que está acima de uma justiça que parece desconhecê-la. Quem faz a justiça viaja em avião da presidência do país com investigados. Investigados ocupam gabinetes e plenários que mais parecem prisões sem grades, de tantos bandidos gritando por democracia e pelo fim da corrupção. Ufa! Quantas particularidades de um país de quase 517 anos, não acham?

Certa vez assisti uma entrevista concedida pelo Fernandinho Beira-mar. Acreditem, quase acreditei que o bandido somos todos nós que estamos aqui fora, lutando dignamente pela nossa sobrevivência. Nessa mesma entrevista, disse, assertivamente, que bandido mais perigoso que ele tem poder de decisão e de voto sobre o futuro desse país. Mentiu? Não! Não é que passei a admirá-lo bem mais que muitos covardes do colarinho branco.

Um dia, com temor e preocupação, não descarto que penitenciária de segurança máxima no Brasil venha a ser a residência mais segura dos poucos honestos e sensatos deste país. Não por punição, sem descartar essa possibilidade por aceitar os predicativos apresentados, mas por parecermos, permita-me a minha inclusão, vilões nessa invertida concepção de valores. Todavia, quem sabe será uma proteção contra uma sociedade que se corrompe e perde a noção de valores que mais parece jamais ter conhecido.

Não sabemos mais quais são os limites do homem. Suas atitudes assustam, sem surpreender. Grita o nome de Deus e age como se tivesse com o diabo no corpo. Ergue templos que  define como a casa daquele que representa o maior exemplo de humildade, mas o que prevalece é a ostentação e a ganância pelo dinheiro, este mesmo cobiçado a ponto de valer o sangue derramado de seu corpo, diante da ira e da revolta de fiéis que resolveram tirar a venda e a mordaça da ignorância.

Acorde, homem! Antes que se resuma a nada, unicamente por força e vontade própria, e interesses banais. Seja inteligente o suficiente para entender que se comporta destrutivamente no mundo, como único e infalível predador de si mesmo. Não destrua seus sonhos e sua realidade. Permita perpetuar-se pelas gerações sem que as sejam piores que a sua.


domingo, 17 de setembro de 2017

PENSAMENTO DO DIA

Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Mas nem todas as respostas cabem num adulto.
Arnaldo Antunes

CONHEÇA BOGOTÁ


REFLITA!


POEMA DE VINÍCIUS DE MORAIS

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

BELA CANÇÃO


DICA DE PORTUGUÊS


Fui eu que fizfui eu quem fez ou fui eu quem fiz?

Quer saber mesmo? Pois todas estão corretas. Vejamos:

Fui eu que fiz - Justificativa - O verbo que tem como sujeito o pronome relativo que concorda em número e pessoa com o antecedente, a palavra que precede esse pronome. Exemplos: "Foi ele que te nomeou", "Sou eu que vou agora", "Fomos nós que escrevemos a carta" e "Serão os pais dele que receberão a herança". 
Fui eu quem fez - Justificativa - Se o sujeito é o pronome relativo quem, o verbo, geralmente, permanece na terceira pessoa do singular. Exemplos: "Foi ele quem te nomeou", "Sou eu quem vai agora", "Fomos nós quem escreveu a carta" e "Serão os pais dele quem receberá a herança".
Fui eu quem fiz - Justificativa - Se o sujeito é o pronome relativo quem, o verbo pode ser influenciado pelo sujeito da oração anterior, com o qual acaba concordando. Exemplos: "Sou eu quem vou agora", "Fomos nós quem escrevemos a carta" e "Serão os pais dele quem receberão a herança".

BELO VÍDEO


BURRICE


SINTO QUE VOU MORRER, MAS NÃO EM BREVE

Autor: Carlos Delano Rebouças

Sinto que vou morrer. Nunca senti isso antes, nem nos piores momentos de minha desregrada vida, diante do meu exagerado consumo de álcool e de uma péssima alimentação. Sinto de verdade que estou caminhando para a morte, depois dos meus 80 anos.

Assim pensa e diz Leopoldo a si mesmo, como seu único companheiro e confidente, não somente porque passou a sentir uma dorzinha aqui e outra acolá no seu avantajado corpo de 164 quilos, nem mesmo pelos resultados de tantas baterias de exames realizados ao longo dos últimos 10 anos de seus 50 anos de vida, mas sim, pela consciência de quem acredita que hoje a população mundial, pelos mais diferentes hábitos, erra demasiadamente nos cuidados com sua alimentação e no cuidado com sua saúde.

Leopoldo sempre na sua juventude cuidou muito bem de seu corpo, praticando o seu esporte favorito, que era o futebol e depois a cervejinha com um churrasquinho. Depois, abandonou o futebol e ficou somente com os hábitos pós-jogo, com os amigos. Leopoldo levou isso por longos anos, e, mesmo abandonando o futebol pelo excesso de peso, jamais abandonou os amigos e os costumes desenvolvidos. Hoje, visita os amigos somente depois das partidas de futebol, para o exercício do prazer de beber e comer, e sorrir.

Há quem diga que a vida de Leopoldo é boa. Sempre com um sorriso no rosto, cercado de amigos, tomando uma cervejinha gelada e comendo seu churrasco, religiosamente, sempre aos finais de semana. Como ele, mas sarados, sem aquela notável barriga, muitos jovens, nas mais diferentes academias do mundo cuidam do seu corpo, tornando-os magníficos aos olhos de quem os veem.

Muitos desses jovens mantêm seus corpos esculturais com o consumo de suplementos e drogas, como também, com uma dieta balanceada, com todos os nutrientes necessários, em paralelo com atividades físicas pesadas, diárias. Porém, muitos dormem mal, diante de hábitos noturnos, diversões, regadas pelo consumo de álcool, drogas e de uma desequilibrada alimentação, bem diferente de sua rotina diurna. Vão do céu ao inferno em 24 horas, e tanto o corpo, quanto a mente, reagem, buscando respostas.

E se a população mundial vive assim – nessa gangorra – por que cada vez mais tem vida longa, vivendo mais, quando não tem a vida interrompida devido a outros fatores?
Viver mais não é sinônimo de viver com qualidade. Hoje se retarda mais a morte devido à ciência e a medicina. Convivemos com a doença, com as dores por mais tempo, até que se chega a um ponto, que não dar mais. Até que chega a morte.

Qualidade de vida é um conjunto de situações harmoniosas, prazerosas, de levar a sua estada aqui na terra, que envolve corpo e mente, mas não necessariamente acontece com a busca de um corpo escultural ou mantendo bons hábitos alimentares. Parece ser um segredo, mantido a sete chaves, que só se descobre com a morte, e quando esta chega após muitos anos vividos.


Leopoldo sente que vai morrer, sente que seu dia se aproxima, só não sente quando será, pois certamente deseja que não seja em breve, pois não quer que nada venha a atrapalhar a sua cervejinha, nem menos seu churrasquinho.

FLORBELA ESPANCA


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

ENTENDA AS CINCO COMPETÊNCIAS DO ENEM

1. Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa
Esse é o requisito fundamental para tirar uma boa nota. Para atender a essa exigência, você precisa ter consciência da diferença entre a modalidade escrita e a oral, bem como entre registro formal e informal. Não é porque na oralidade falamos “pra” que devemos escrever assim no texto. Evite contrações (pra, pro, numa…) e prefira escrever a palavra toda (para, para o, em uma…), fuja das gírias e de repetições. Além disso, na redação do seu texto, você deve procurar ser claro, objetivo e direto, empregar um vocabulário mais variado e preciso, diferente do que utiliza quando fala, e seguir as regras estabelecidas pela modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. O texto dissertativo-argumentativo escrito exige que alguns requisitos básicos sejam atendidos corretamente:
  • Concordância nominal e verbal;
  • Regência nominal e verbal;
  • Pontuação;
  • Flexão de nomes e verbos;
  • Colocação de pronomes oblíquos (átonos e tônicos);
  • Grafia das palavras (inclusive acentuação gráfica e emprego de letras maiúsculas e minúsculas); e
  • Divisão silábica na mudança de linha (translineação)
DICA: Usar o rascunho é essencial para evitar esses erros. 
2. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa
O Enem não quer que o texto do participante tenha caráter apenas expositivo, porque isso não é fazer uma dissertação-argumentativa. É preciso apresentar um texto que expõe um aspecto relacionado ao tema, defendendo uma posição, uma tese. Evite ficar preso às ideias desenvolvidas nos textos motivadores, porque foram apresentados apenas para despertar uma reflexão sobre o tema e não para limitar sua criatividade. É nessa competência que o Enem espera ver o seu conhecimento de mundo. Utilizar informações de várias fontes (livros, filmes, exposições) demonstra que você está atualizado em relação ao que acontece no mundo. Mas, atenção! Mantenha-se dentro dos limites do tema proposto, tomando cuidado para não se afastar do seu foco. Fuga do tema é um dos principais problemas identificados nas redações que levam nota zero.
3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
O terceiro aspecto a ser avaliado no seu texto é a forma como você seleciona, relaciona, organiza e interpreta informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa do ponto de vista defendido como tese. O seu texto precisa apresentar, claramente, uma ideia a ser defendida e os argumentos que justifiquem a posição assumida por você em relação à temática exigida pela proposta de redação. Esta competência trata da inteligibilidade do texto, ou seja, da sua coerência. Coerência tem a ver com o encadeamento das ideias. Cada parágrafo precisa apresentar informações novas, mas coerentes com o que já foi apresentado anteriormente, sem repetições ou saltos temáticos. É um desafio e tanto!
4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a argumentação
Nessa competência são avaliadas a estruturação lógica e formal entre as partes da redação. A organização textual exige que as frases e os parágrafos estabeleçam entre si uma relação que garanta a sequenciação coerente do texto e a interdependência entre as ideias (está ligada à competência 3, também). Esse encadeamento pode ser expresso por conjunções, por determinadas palavras, ou pode ser inferido a partir da articulação dessas ideias. Preposições, conjunções, advérbios e locuções adverbiais são responsáveis pela coesão do texto, porque estabelecem uma inter-relação entre orações, frases e parágrafos. É importante frisar: cada parágrafo deve ser composto de um ou mais períodos também articulados e cada ideia nova precisa estabelecer relação com as anteriores.
5. Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos
O quinto e último aspecto a ser avaliado no seu texto é a apresentação de uma proposta de intervenção para o problema abordado. Por isso, a sua redação, além de apresentar uma tese sobre o tema, apoiada em argumentos consistentes, deve oferecer uma proposta de intervenção na vida social, ou seja, uma “solução” para o problema. Essa proposta deve considerar os pontos abordados na argumentação e deve se relacionar diretamente com a tese desenvolvida no texto e ter coerência com os argumentos utilizados, já que expressa a sua visão, como autor, das possíveis soluções para a questão discutida. A proposta de intervenção precisa ser detalhada para permitir que o leitor julgue a sua “exequibilidade” (a capacidade de ser posta em prática). Por isso, é bom detalhar quais meios são importantes para realizá-la. A proposta deve, ainda, refletir os conhecimentos de mundo de quem a redige, e a coerência da argumentação será um dos aspectos decisivos no processo de avaliação. É necessário que ela respeite os direitos humanos: que não rompa com valores como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural.
Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br

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LINDA CANÇÃO!

PARÁBOLA DO DIA

O colar de turquesas azuis

 


O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída enquanto uma garotinha se aproximava da loja. Ela amassou o narizinho contra o vidro da vitrine. Seus olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto.
 
Ela entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis. Então, disse ao balconista:

– É para minha irmã, você pode fazer um pacote bem bonito?
 
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e perguntou:

– Quanto dinheiro você tem?
 
Sem hesitar ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e disse:

– Isso dá, não dá?
 
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.

– Sabe, eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que nossa mãe morreu ela cuida de mim e não tem tempo para ela. Hoje é seu aniversário e tenho certeza de que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos seus olhos.
 
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita azul.

– Tome, disse para a garotinha. Leve com cuidado.
 
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
 
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e interrogou:

– Este colar foi comprado aqui?
 
– Sim senhora - respondeu o dono da loja.
 
– E quanto custou?
 
– Ah, o preço de qualquer objeto em minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
 
– Mas minha irmã tinha somente algumas moedas. E este colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagar por ele.
 
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem dizendo:

– Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo que tinha.
 
O silêncio encheu a pequena loja e lágrimas rolaram pela face da jovem enquanto suas mãos tomavam o embrulho.

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"A verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições.”


 Autor: Desconhecido

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