sábado, 29 de junho de 2013

TÉCNICA (O) DE SEGURANÇA DO TRABALHO - PECÉM (CE)

TÉCNICA (O) DE SEGURANÇA DO TRABALHO - PECÉM (CE)

Missão do Cargo: Contribuir para o desenvolvimento da organização, assegurando que as medidas de segurança seja cumpridas.
  • Desejável ter experiência na área;
  • Conhecimento das NR´s;
  • Ensino Técnico completo com registro.
  • Benefícios: Assistência Médica / Medicina em grupo, Assistência Odontológica, Convênio com farmácia, Seguro de vida em grupo, Tíquete-alimentação, Vale-transporte
  • Horário: Das 7h às 17h de segunda a sexta e eventualmente ao sábado.
  • Local de Trabalho: São Gonçalo do Amarante - Pecém (CE).
PROFISSIONAIS DENTRO DO PERFIL ACIMA ENVIAR CURRÍCULO PARA: talentocv@yahoo.com.br COM PRETENÇÃO SALARIAL.

VAGA TST

TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
 
Quantidade de Vagas: 1
 
Atividades:
§  Realização de DDS - Diálogo Diário de Segurança para conscientização de colaboradores para uma conduta preventiva, registrando em formulário específico diariamente;
§  Responsabilização pelo uso de EPI dos colaboradores ou visitas nas obras em que estão alocados, monitorando a entrega, a reposição e a devolução dos equipamentos necessários;
§  Ministrar palestras e treinamentos conforme previsto nos programas da obras ou conforme necessidade;
§  Promover campanhas educativas e de conscientização juntamente com o setor de RH conforme previsto nos programas da obra;
§  Cumprimento do disposto nos programas de medicina do trabalho conforme cronograma;
§  Emissão de relatórios sobre fatos conforme necessidade e elaboração de plano de ação visando o cumprimento da legislação respectiva e da política da área estabelecida;
§  Responder às solicitações da Coordenação e Engenharia de Obra, referentes à área de Segurança do Trabalho;
§  Realização de investigação de acidentes de trabalho e emissão de CAT;
§  Controlar documentos de SST, emitindo e enviando aos órgãos necessários afim de manter o registro do SESMT;
§  Emissão de APR’s e PT’s.
 


Requisitos:
§  Curso de Técnico de Segurança – Completo;
§  Experiência em obras industriais;
§  Disponibilidade para viajar.
 
Os interessados devem encaminhar o currículo para o email abaixo informando a pretenção salarial:
 
dh2013recrutamento@gmail.com

sexta-feira, 28 de junho de 2013

VAGA DE LOGÍSTICA

Assistente  de Logística
 
Pré-requisitos
Executar, controlar atividades de apoio nas operações de transportes próprios e terceirizados, contribuindo com a eficiência dos resultados.
Superior completo ou em andamento em Logística/Administração/Engenharia de Produção
Conhecimento básico em Office, notadamente em Excel

Benefícios;
Salário compatível com o mercado
Vale alimentação, Plano de Saúde, Plano Odontológico
 
 
Vaga preferencial para PcD's


Interessados enviar currículos para psicologiarh@ymail.com até 04/07/2013 descriminando no campo assunto o título da vaga.


quinta-feira, 27 de junho de 2013

ESPECIFICAÇÃO EM SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL



OHSAS 18001 Saúde e segurança ocupacional


Muitas organizações estão implementando um Sistema de Gestão de Saúde e de Segurança Ocupacional (SGSSO) como parte de sua estratégia de gestão de riscos para lidar com mudanças na legislação e proteger seus colaboradores.

Um SGSSO promove um ambiente de trabalho seguro e saudável através de uma estrutura que permite à sua organização identificar e controlar consistentemente seus riscos à saúde e segurança, reduzir o potencial de acidentes, auxiliar na conformidade legislativa e melhorar o desempenho geral.

A OHSAS 18001 é uma especificação de auditoria internacionalmente reconhecida para sistemas de gestão de saúde ocupacional e segurança. Foi desenvolvida por um conjunto de organismos comerciais líderes, organismos internacionais de normas e certificação com foco em uma lacuna para a qual não existe uma norma internacional certificável por organismos certificadores.

A OHSAS 18001 foi desenvolvida  com compatibilidade com a ISO 9001 e a ISO 14001, para ajudar a sua organização a cumprir com suas obrigações de saúde e segurança de um modo eficiente.
As áreas chave a seguir são enfocadas pela OHSAS 18001:
  • Planejamento da identificação de perigos, avaliação de riscos e controle dos riscos
  • Estrutura e responsabilidade
  • Treinamento, conscientização e competência
  • Consulta e comunicação
  • Controle operacional
  • Prontidão e resposta a emergências
  • Medição de desempenho, monitoramento e melhoria
A OHSAS 18001 pode ser adotada por qualquer organização que deseja implementar um procedimento formal para redução dos riscos associados com saúde e segurança no ambiente de trabalho para os colaboradores, clientes e o público em geral.
Em um mercado competitivo, seus clientes estão buscando mais do que simplesmente preços justos de seus fornecedores. As companhias precisam demonstrar que seus negócios são gerenciados de forma eficiente e com responsabilidade e que podem fornecer um serviço confiável sem tempos de parada excessivos causados por acidentes e incidentes relacionados a trabalho.
A certificação de seu sistema de gestão OHSAS 18001 permite à sua organização provar que está em conformidade com a especificação e provê os seguintes benefícios:
Redução potencial de seus custos de seguros por responsabilidade pública.
Nós somos experts em treinamento, assim como em auditoria e temos uma ampla variedade de cursos abertos ou “in company” dedicados para ensinar as habilidades que você precisa antes, durante e depois da certificação na norma.
Desde um curso introdutório de um dia, a um treinamento de implementação, ou cursos de auditor, nosso conjunto de treinamentos abertos ou “in company” pode ajudá-lo em cada estágio do processo. Nossa experiência de como organizações de todos os tipos e tamanhos se relaciona com a norma é inigualável - e nós podemos oferecer o treinamento que você precisa para o entendimento, implementação, auditoria e certificação de seu sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional.
Nós oferecemos um programa abrangente de cursos de treinamento cobrindo todos os aspectos de OHSAS 18001. Para saber sobre os treinamentos disponíveis, acesse nossa página na área de Saúde e Segurança Ocupacional.
Se você já é um cliente BSI e tem outras normas implementadas, nossa equipe técnico-comercial ou seu Client Manager* pode ajudá-lo a avaliar onde você está agora, e guiá-lo através do processo de certificação.
Se você é novo na BSI, não se preocupe, continua sendo um processo fácil.
1. Escolha e compre a norma
Antes que você possa começar a preparar sua solicitação, você necessitará de uma cópia da norma. Você deverá ler e familiarizar-se com ela. Clique aqui e saiba como adquirir as normas.
2. Fazendo contato
Entre em contato e diga-nos o que você precisa, para que possamos selecionar os melhores serviços para você. Nós, então, lhe daremos uma proposta detalhando o custo e o tempo envolvido em uma auditoria formal.
Para solicitar uma proposta on line, clique aqui.
3. Equipe de auditoria e planejamento
 Após a formalização da contratação, nossa equipe de planejamento especializada ou seu Client Manager* será o próximo ponto de contato para a continuidade do processo. A partir deles serão agendadas as fases de pré-auditoria e de auditoria.
4. Considere o treinamento
Se você está buscando implementar um sistema de gestão ou gostaria de aumentar seu conhecimento sobre a norma, existe uma variedade de eventos gratuitos e cursos de treinamento disponíveis. Leia mais sobre treinamento.
5. Pré-auditoria
 Pré-auditorias podem ser realizadas com o objetivo de avaliar o grau de preparação de sua Organização e de seu sistema de gestão para a certificação. A pré-auditoria é realizada nas instalações da Organização e permite identificar eventuais omissões ou debilidades do sistema em comparação com os requisitos da norma de referência, possibilitando concentrar esforços e investimento para pontos relevantes de correção antes de seguir para a auditoria de certificação.
6. Certificação e sua continuidade
Uma vez que a auditoria de certificação tenha sido planejada e realizada satisfatoriamente, o relatório da auditoria é revisado de forma independente antes que o certificado possa ser emitido. Ao ser emitido, o certificado explicitará claramente o escopo de seu sistema de gestão e outros detalhes sobre sua certificação. Você poderá então começar a divulgar a sua certificação com a BSI.
Em geral, o certificado é válido por três anos e um auditor selecionado pela equipe de planejamento especializada, ou seu Client Manager*, irá visitá-lo regularmente para assegurar que seu sistema de gestão permanece em conformidade com os requisitos da norma de referência e que demonstra melhoria continua.

*Client Managers são auditores especializados nas áreas de negócio da empresa, que acompanham as suas necessidades durante todo o ciclo de auditoria. São direcionados às empresas dependendo de seu grau de complexidade, porte e de acordo com as necessidades apontadas.

PORTO DO PECÉM-CE





TOP DRIVE


terça-feira, 25 de junho de 2013

ABSURDO PRATICADO POR BANCOS PRIVADOS NO BRASIL

Amigos,
Estou já quase estourando com os absurdos praticados pelos bancos particulares neste país.
Desde 2002 foi implantado no Brasil o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) e dentre vários benefícios, a adoção do direito de realizar pagamentos de títulos de qualquer banco em qualquer banco.
Acontece que alguns bancos estão se negando a receber, aceitando somente se for correntista.
Não pode. O Banco Central deve bater forte em cima disso.
Eles estão se aproveitando da ignorância das pessoas e quando aparece alguém que conhece e este demonstra ser conhecedor dos direitos do consumidor, usam do artifício de dizer que no momento o sistema está inoperante.
Vamos nos atentar a isso e fazer valer nosso direito. Não é certo pegarmos várias filas de diferentes instituições, para realizar pagamentos, que poderiam ser feitos no mesmo lugar.

IMAGENS DA III SEMANA DO PETRÓLEO E GÁS DA MICROLINS-FORTALEZA-CENTRO






EXERCÍCIOS DE REFINO



Exercícios sobre petróleo

Questões:
01. (UFRN) O chamado éter de petróleo é constituído principalmente de:

a) éter etílico
b) hidrocarbonetos aromáticos
c) pentanos e hexanos
d) álcoois e fenóis
e) metano e etano


02. Na destilação do petróleo, ao ser aumentada gradativamente a temperatura, são obtidos, sucessivamente:

a) óleo diesel, gasolina, águas amoniacais;
b) gasolina, querosene, óleo diesel;
c) óleos lubrificantes, gasolina, querosene;
d) alcatrão, querosene, águas amoniacais;
e) óleo diesel, gasolina, querosene.

 
03.
(UFSM - RS) Durante a destilação fracionada do petróleo, obtêm-se, sucessivamente, produtos gasosos, nafta, gasolina e óleos lubrificantes. A ordem de volatilidade da cada fração está relacionada com o(a):

a) origem do petróleo - animal ou vegetal;
b) formação de pontes de hidrogênio intermoleculares;
c) tamanho da cadeia carbônica;
d) ocorrência de compostos fortemente polares;
e) tipo de petróleo empregado - parafínico ou asfáltico.


04. (CEFET - PR) O gás de cozinha (GLP) é produzido por refino do petróleo. É falso afirmar que:

a) é gasoso na temperatura ambiente;
b) sob pressão, está liquefeito dentro do bujão;
c) é formado por compostos de 5 a 6 átomos de carbono;
d) é menos denso que a gasolina;
e) tem ponto de ebulição mais baixo que o querosene.

 
05.
(ACAFE - SC) O éter de petróleo, usado como dissolvente, constitui-se de alcanos com 5 a 6 carbonos, recebendo este nome por ser muito volátil.

Sobre este material é verdadeiro afirmar que:

a) é obtido por fracionamento do petróleo;
b) apresenta ponto de ebulição elevado;
c) é constituído de propano e butano;
d) destila entre 250 e 350°C;
e) é destilado juntamente com óleos lubrificantes.


06. (FUVEST - SP) A figura mostra esquematicamente o equipamento utilizado nas refinarias para efetuar a destilação fracionada do petróleo.



Os produtos recolhidos em I, II, III e IV, são respectivamente:

a) gás de cozinha, gasolina, óleo diesel e asfalto;
b) álcool, asfalto, óleo diesel e gasolina;
c) asfalto, gasolina, óleo diesel e acetona;
d) gasolina, óleo diesel, gás de cozinha e asfalto;
e) querosene, gasolina, óleo diesel e gás de cozinha.

 
07.
(UFRS) O GLP (gás liquefeito de petróleo) é uma fração de destilação constituída essencialmente de:

a) metano
b) propano e butano
c) hexanos
d) metano, etano e propano
e) hidrocarbonetos parafínicos com até dez carbonos na molécula


08. (UECE) O tetraetilchumbo, agente antidetonante que se mistura à gasolina, teve sua utilização proibida no Brasil porque:

a) aumenta a octanagem da gasolina;
b) sem esse aditivo, a gasolina teria melhor rendimento;
c) aumenta a resistência da gasolina com relação à explosão por simples compressão;
d) seus resíduos, que saem pelo escapamento do carro, poluem o meio ambiente;
e) n.d.a.


09. (U. E. - PONTA GROSSA - PR) Em relação ao petróleo, assinale alternativa incorreta:

a) A composição do petróleo não é constante, diferindo de acordo com a região de onde é extraído.
b) O processo de cracking possibilita extrair do petróleo maior quantidade de gasolina.
c) A fração de hidrocarbonetos que contém de 3 a 17 carbonos apresenta-se líquida.
d) O gás natural, que precede a saída do petróleo, é constituído principalmente por metano.
e) O petróleo é produto da decomposição da matéria orgânica e ocorre em bolsões aprisionados por rochas impermeáveis.


10. (FESP - UPE) O cracking das frações médias de destilação do petróleo é, hoje, uma tecnologia empregada na maioria das refinarias porque:

a) aumenta o rendimento em óleos lubrificantes;
b) economiza energia térmica no processo de destilação;
c) permite a utilização de equipamento mais compacto;
d) facilita a destilação do petróleo;
e) aumenta o rendimento em frações leves.



Resolução:
01. C
02. B
03. C
04. C
05. A
06. A
07. B
08. D
09. C
10. E



COMO SE PRODUZ LUBRIFICANTES DERIVADOS DO PETRÓLEO



Processo de refino para a produção de lubrificantes

Os óleos lubrificantes são frações, compreendidas na faixa do gasóleo, obtidas em condições rigorosas de refinação e sujeitas a tratamentos específicos de modo a melhorar a qualidade do produto final. Devido à infinidade de tipos de lubrificantes acabados, adequados a cada tipo de lubrificação, e devido à impossibilidade das refinarias fabricarem cada tipo específico, a solução encontrada foi a produção de óleos lubrificantes básicos, de diferentes faixas de viscosidade. Esses cortes, quando combinados adequadamente entre si, e aditivados, podem cobrir uma vasta gama de aplicações para os óleos lubrificantes acabados, resolvendo dessa maneira o impasse criado. Conforme a base do petróleo que originou os óleos básicos, pode-se ter lubrificantes de características parafínicas ou naftênicas. Petróleos de características aromáticas não são indicados para a produção de lubrificantes, em face ao mau desempenho destes óleos. Os óleos de origem naftênica possuem, como principais características, baixos pontos de flui-dez, baixos índices de viscosidade e um elevado poder de solvência. Essas características permitem sua utilização na formulação de óleos de lavagem (“flushing”), óleos para compressores frigoríficos e óleos para lubrificação em condições de baixas temperaturas. Devido a ser um óleo relativamente barato,graças às qualidades nada excepcionais que apresenta, é utilizado também quando há possibilidades da perda total do lubrificante durante o processo de lubrificação (ausência de recirculação).Os óleos de origem parafínica normalmente são de excelente qualidade.Possuem um alto índice de viscosidade, embora tenham um alto ponto de fluidez e um baixo poder de solvência, quando comparados com óleos naftênicos. São óleos indicados principal-mente para a formulação de lubrificantes para motores a combustão, óleos para sistemas hidráulicos, para engrenagem, enfim, óleos para trabalhos em condições severas (altas temperaturas e altas pressões).Devido ao grande consumo de óleos automotivos, a estrutura brasileira de refino para a produção de lubrificantes está baseada em óleos básicos parafinemos. Os óleos naftênicos, de aplicações bastante restritas, são produzidos Lubnor. Os óleos básicos, para que tenham suas propriedades compatíveis com as de um lubrificante acabado, devem ser submetidos a várias etapas de refino. Estes processos são Destilação Atmosférica e a Vácuo, Desasfaltação, Desaromatizão, Desparafinação, e Hidroacabamento.

A unidade de destilação para a produção de lubrificantes é bastante semelhante à unidade destinada à produção de combustíveis, diferindo contudo em dois aspectos principais.O primeiro deles prende-se ao fato que a carga para a produção de frações lubrificantes deve ser a mais constante possível, de modo anão alterar a qualidade do produto final. Assim, enquanto uma unidade de destilação para combustíveis opera com diversos tipos de petróleos,de diferentes qualidades, a unidade de destilação para lubrificantes geralmente opera apenas comum tipo de óleo cru. A unidade de destilação para lubrificantes da Reduc processa o petróleo Árabe Leve, enquanto o conjunto de lubrificantes da RLAM opera exclusivamente com petróleo; Baiano. O outro aspecto diferente entre as duas unidades relaciona-se com a seção de vácuo. Quando o objetivo visado abrange combustíveis, a seção de vácuo possui apenas uma torre, e Dela retiram se dois cortes: gasóleo leve e gasóleo
pesado. O produto de fundo (resíduo de vácuo)é destinado a óleo combustível ou asfalto.Para a produção de lubrificantes, existem duas torres de vácuo, trabalhando a pressões mais baixas, que fracionam o resíduo atmosférico em quatro cortes destilados (“Spindle”, Neutro Leve, Neutro Médio e Neutro Pesado) e um produto de fundo (resíduo de vácuo). Este é enviado à unidade de desasfaltação, e dele são extraídos os cortes “Bright Stock” ou “Cylinder Stock”.

Clique e confira!

ESTAMOS À DISPOSIÇÃO!